The Nishi no Tenshi Series Image Gallery!!

•janeiro 22, 2009 • Deixe um comentário

AI MEL DELS!  A Camila fez uns presentes lindos pra mim, e eu tenho que compartilhar! Então, eis aqui pra vocês:

A Galeria de Imagens das Nishi no Tenshi Series! *TA-DAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!* 

Achei pooro *L*O*O*S*H*O*, poder, sedução, classe e arogância britânicas, carão e imperialismo vioriano! O link está aí do ladinho (vide “Páginas”!). Espero que gostem!!

 

Muito, muito, muito obrigada, Guaxinim-Pirata-Samurai!! Amo você!

Beijos

Nick

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11 de Janeiro

•janeiro 11, 2009 • 1 Comentário

Hoje é um dia muito, mas muito especial… Foi neste dia que você chegou…

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E desde que nos conhecemos, eu sou feliz por fazer parte da sua vida…

 

Temos toda uma história. E, como em todo relacionamento que tem amor, nós brigamos…

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E você até exagera…

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Mas tudo fica bem; afinal, eu não consigo não gostar de você, por mais drama que você faça… É, eu gosto muito… Não há lógica nisso…

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E, na verdade, eu só tenho a agradecer… Obrigada por seguir comigo no mesmo caminho… Deve ter algo bonito nos esperando lá na frente…

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Obrigada por tudo…

 

Feliz aniversário, Mamãe.

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Beijos

 

Nick

Count Cain by Tenshi

•dezembro 14, 2008 • 5 Comentários

Oi, amiguinhos!

 

Então… Atendendo a mais uma sugestão da Mila-chan, e numa tnetativa de tirar o BTEL (sigla do blog!) do limbo, aqui vai um artigo que eu deveria ter publicado há uns meses, quando saiu i último volume de Conde Cain. Na época, eu preferi publicar o post anterior (Bids You All Adieu), mas pra não desperdiçar o texto, aí vai ele, mesmo um pouco atrasado…

 

(…)

 

You come out at night, that’s when the energy comes

And the Dark Side is light, and the vampires roam…

 

Esses aí são versos de uma música linda da Sarah McLaughlin. Quem me dera cantar como ela… Ah, a canção chama-se “Building a Mystery”.

 

E foi nesse clima de romance e de classe decadente que eu me despedi de um dos meus mangás favoritos, se não O meu favorito: Count Cain/ God Child, que eu, muito pedante e abusada, me recuso a chamar pelo nome em português: Conde Cain.

 

Eu comprei o último volume… Eu sabia exatamente o que iria acontecer… Mas doeu, e então me reservei o resto do dia para ficar em luto interno.

 

Mas antes, permitam-me tentar transformar isto aqui num texto coerente e não em mais um fluxo verborrágico e esquizofrênico, ou, como diria Mila no auge de sua criatividade de guaxinim: um encaiabocamento de idéias. Aliás, “encaiabocamento” é mais um dos verbetes do meu vocabulário de gosto questionável. Whatever, não é esse o ponto…

 

You’re so bautiful, with an edge and a charm

And so careful when I’m in your arms…

 

A long time ago…

 

Começou em 2004; ano bem curioso… Em meio à minha rotina charmosamente boêmia e desajustada na época, o Conde Cain C. Hargreaves passou a me fazer companhia em um sem número de madrugadas em claro, indo dormir apenas quando estava amanhecendo.

 

Naquela época, praticamente tudo o que eu lia era baixado de grupos de scanlations. Não imaginava que nosso mercado de mangá fosse ter a coragem necessária pra se atrever a lançar séries shoujo mais pesadas. Mas de 2005 até 2007 acompanhei a pressão dos fãs como eu na internet, e a Panini foi inteligente e deu o passo óbvio após trazer Angel Sanctyary. E assim, Conde Cain chegava às bancas em Setembro do ano passado. Receber a confirmação do lançamento foi um momento memorável.

 

Aliás, a compra do primeiro volume remonta lembranças divertidas envolvendo um fusca azul sendo multado, pizza com refrigerante, guerra de massinha e uma carona de volta pra casa.

 

Passado pouco mais de um ano, é em homenagem a esse tempo decorrido e como forma de “despedida” da série que eu vou descrever três teorias pessoais que sempre tive vontade de postar no Orkut ou em fóruns, mas que nunca tive tempo ou ânimo o suficiente pra compilar, até agora:

 

Cause you’re working, building a mystery…

Holding on, and holding it in…

Yeah, you’re working, building a mystery…

And choosing so carefully…

 

I – Cain e Riff não são um casal yaoi.

 

Pode insistir, pode bater o pé, pode rolar no chão, correr em círculos com os braços pro alto e se rasgar toda… Por mais que as fangirls que adoram boy x boy action defendam a ilusão até a morte, a verdade é uma só: Cain e Riff não são um casal yaoi. Não, não rola um clima entre eles; não, não rola ação no quarto, cozinha sala ou banheiro; não, o mordomo vestir o patrãozinho não tem nenhuma conotação safada. Não são namorados, maridos, amantes ou sex-toy um do outro. Sinto muito.

 

Mas então, o que acontece entre os dois??

 

O que ocorre é o encontro de um garoto criado sem amor, que teve tudo o que lhe era precioso roubado de si e amaldiçoado a morrer sozinho e atormentado; e um rapaz que perdeu a família, o dinheiro e todas as perspectivas de um futuro, e reencontrou a vontade de viver ao decidir proteger esse menino desamparado, ainda que esse salvador fosse uma farsa que no fim era tão forte que venceu a crueldade do Riffael original.

 

Lindo, neah?? Isso se traduz em uma espécie de ligação que é bem complicada de compreender, mas tente imaginar o seguinte: todos os tipos de amor que temos ao longo da vida: amor de pai para filho e de filho para pai, amor entre irmãos, amor entre amigos, amor entre companheiros de luta; enfim, imagine que quase todos os tipos de amor que um indivíduo poderia sentir ao longo da vida por várias pessoas diferentes convergiram para um indivíduo só: é esse o tipo de relação que se estabelece entre os dois personagens. Sendo assim, resumir algo dessa complexidade a uma relação homossexual mal-resolvida é no mínimo ignorância. (NA: nada contra homossexuais, este blog é 100% a favor das diferenças.) Até porque os dois são comprovadamente heterossexuais: o Cain amava a Suzette, era noivo da Emeline, pulou a cerca com a Meredianna, propôs casamento à Rukia e deveria ter engravidado a Michaela – Se isso não ser hetero (e playboy!), eu não sei o que é. Quanto ao Riff, ele tinha uma noiva (sem-sal, é verdade), e no volume 13 presenciamos o Riffael acompanhado de uma moça.

 

Mas se ainda assim não acreditam em mim, basta relembrarem os momentos finais do mangá (Se eu chorei? Por certo que sim.):

 

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O Cain não decidiu abrir mão da própria vida porque não queria ficar sem o bofe, mas porque não conseguiria viver se perdesse todos os referenciais que teve até então, ou seja: o Riff. Tratava-se de um laço que transcendia até mesmo a noção de amor; eles simplesmente não poderiam existir no mundo um sem o outro. Entendeu agora ou quer que eu desenhe?? ô.o

 

II – O Cain deveria ter ficado com a Emeline.

 

Agora que derrubamos a teoria de que o Cain tinha um caso com o Riff (e se alguém insistir, vou pedir pro Amer ir pessoalmente dar uma surra de pau!), vamos levantar o histórico amoroso do Conde: a Suzette era filha da tia Augusta com o marido, ou seja, prima e ao mesmo tempo meio-irmã do Cain, portanto, fora de cogitação, afinal, romance fraternal é lá em Angel Sanctuary. Além disso, a menina era uma chata, turrona que por capricho e burrice teve uma idéia cretina de Romeu e Julieta e, pra coroar o dia, desceu do salto num crime passional e morreu junto com o canalha, abandonando o pobre priminho. Resumo: ela não merecia alguém como lorde Hargreaves e teve um fim adequado por ser idiota. ù.ú

 

Burrice deveria ser crime hediondo previsto no Código Penal... ¬¬

Burrice deveria ser crime hediondo previsto no Código Penal... ¬¬

Depois vieram Meredianna e Emeline, sendo que esta eu vou deixar pro final. Enfim, a Meredianna era uma vidente bonita, misteriosa e tudo e tal, que cativou o nosso querido Cain à primeira vista. Oh! Que romântico (leia-se brega)! ¬¬ Mas aí vem a jogada de mestre da Yuki-sensei: a moça já estava morta, e voltou à vida graças aos experimentos heréticos realizados pela organização Delilah, mais especificamente o maravilhoso Dr. Disraeli. (Nada como despedaçar sonhos cafonas e açucarados >D). Bom, fora o fato de que a união do Cain com a Meredianna seria tecnicamente necrofilia, meu real motivo pra detestar o casal é que ela é típica heroína Shoujo uó, só que mais mórbida: ela é fraca, chorona, tapada, lerda e só dá trabalho… E é claro… O herói adora ¬¬*. Conclusão: mesmo que ela estivesse viva, seria um desperdício e um despautério. Bom, essa é a opinião de alguém que tem os nomes de Miaka Yuki e Serena escritos no Death Note. Aliás, amo ainda mais o Dr. Jezebel pela cena gloriosa em que ele acabou com a palhaçada toda no final de A Marca do Cordeiro Escarlate 2; foi mais legal do que quando a Sara (de AS) morreu: RI LICTROS!

É, eu sou cruel e se disso... Acostume-se! >D

É, eu sou cruel e se disso... Acostume-se! >D

Só mencionando rapidamente, temos a Rukia, a quem o Conde dos Venenos propôs casamento só de sacanagem; e a Michaela, clone esquisito da Suzette. Sendo assim, o Cain não poderia ficar com ela pelos mesmos motivos que o impediram de ter a prima/meia-irmã, além da necrofilia, que pegaria mal, e o plano dela de dar um golpe da barriga no Conde. E em última instância, é impossível amar alguém que retalha cachorrinhos e vive cercada de aranhas e insetos asquerosos. Não acho nem um pouco digno. u.u

gosto das roupas dela... u.u

Rukia: gosto das roupas dela... u.u

neurastenia até o chão...

Michaela: neurastenia até o chão...

E pra encerrar, a união para a qual eu daria a minha bênção: Cain e Emeline Lauderdale.

 

Qualquer semelhança é mera coincidência, ok?? E as BEESHAS que não me venham com piadas de semelhança, especialmente as musicais! ò.ó

Qualquer semelhança é mera coincidência, ok?? E as BEESHAS que não me venham com piadas de semelhança, especialmente as musicais! ò.ó

Não porque ela era a noiva dele, quem me conhece sabe que eu não dou a mínima pra convenções sociais e coisas do tipo; tenho motivos bem mais contundentes pra gostar do casal, dela na verdade: a moça é linda, charmosa, tem um orgulho e um ego estratosféricos, é engraçada pacas, tem um temperamento forte e, acima de tudo, era apaixonada pelo Cain ao ponto da insanidade, ao ponto de virar uma DJIVA (com “J”) só por causa dele, a ponto de descuidar de si mesma para cuidar dele e morrer por isso, e mais: pensando nele e no quanto queria dizer que o amava. Quando a Emeline morreu, eu chorei igual a quando o Darth Vader morreu. Mais tarde, o próprio Cain admite que teria sido feliz com ela mais do que com a ridícula de Meredianna, só que já era tarde demais, Conde babaca… ¬¬. É fato: eles brigariam todo santo dia, mas ela jamais deixaria a relação cair na rotina.

Po que eu coloco fotos das quais eu sei que vou me arrepender depois?? Posso até ouvir as ridadas maléficas das BEES... ù.ú

Po que eu coloco fotos das quais eu sei que vou me arrepender depois?? Posso até ouvir as ridadas maléficas das BEES... ù.ú

E é por isso que, na minha opinião, o Cain deveria ter sido inteligente e ter ficado com Emeline: a mulher que o amava de verdade desde o início. Acho ÜBER-digno.

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(adendo: eu sei que as queridas BEESHAS devem estar pensando: mas e o Cain a Tenshi?? E o Riff e a Reiko?? E aquelas quase 400 páginas e contando?? Amores, este artigo é sobre o mangá em si, ou seja, Inner Jokes Free. Até porque, deixemos essas diversões sórdidas lá na nossa Insanity Fair ou para nosso consumo interno, ok??

Ok, vou fazer uma exceção... Divirtam-se, BEES...

Ok, vou fazer uma exceção... Divirtam-se, BEES...

III – Alexis e Jezebel são loucos pelo Cain.

 

O Dr. Disraeli já disse abertamente e mais de uma vez que amava tanto o irmão mais novo a ponto de querer trucidá-lo, e que aqueles olhos dourados chegavam a deixá-lo… ahn… enfim… ù.ú

Meninë, que perigo...! *o*

Meninë, que perigo...! *o*

E quanto ao pai Alexis, é só parar pra pensar: Cain é filho dele com a única mulher que realmente amou (a irmã Augusta. Deixem seus comentários cristãos indignados após o post), além de ser à imagem e semelhança do pai tanto na aparência quanto no charme sombrio, na inteligência e na capacidade de manipular.

Ok, mas então por que pipocas o Alexis tinha que ser tão escroto na educação do filhote? Simples: aos olhos do pai, aquela criação abusiva, criminosa e bizarra era a maneira ideal de forjar alguém que estaria preso eternamente ao seu superior, e que, posteriormente, seria o herdeiro perfeito, o príncipe que, ao lado do Cardmaster, reinaria um mundo mergulhado em caos e trevas. Convenhamos: se dar o trabalho de ser tão calhorda, forjar a própria morte, reaparecer do além e usar uma organização sombria e com poder no mundo todo pra atormentar o filho a níveis enlouquecedores só pode significar um amor muito grande; torto, horrível e psicótico, mas MUITO grande.

 

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Quer que eu prove?? Pois bem: pai e filho continuaram tão ligados mesmo depois da torrente de desgraça, que o rapaz fez todo tipo de sacrifício e loucura para derrotar seu algoz, e, como o próprio Alexis salientou, ninguém nunca chegara tão longe, e, portanto ninguém era mais adequado a comandar o mundo ao lado do Cardmaster. Outra coisa: nós sabemos só no finalzinho que o verdadeiro grande über-vilão da história não era o Alexis, e sim a sádica Augusta (leiam o mangá, preguiça de explicar), que nem depois de morta deu uma folga. Partindo desse ponto, talvez o motivo maior para o terrorismo do pai em cima do filho era o fato de o Conde Pai ser escravo do fantasma da mulher filistéia, que tinha prazer em ver pai e filho se matando. Conclusão: o Alexis amava o Cain, mas a influência perniciosa da Augusta já o havia deixado degenerado demais para demonstrar isso de forma decente.

 

 
Senhoritas, olhem e aprendam com quem sabe...

Senhoritas, olhem e aprendam com quem sabe...

Enfim, essas são três dentre muitas outras teorias e opiniões acerca do universo de Conut Cain/God Child. E é por essas e outras que GC me faz feliz! (NA: GC é uma Inner Joke que poucas pessoas vão compreender. Então não precisa se descabelar tentando saber do que se trata.^^ Não é relevante para a sua vida.^^)

E então encerro meu post em tributo à minha série preferida.

 

Para mim?? Não precisava... ^^(L)

Para mim?? Não precisava... ^^(L)

You’re a beautiful, a beautiful fucked up man…

You’re setting up your razor-wire shrine…

 

Bid you all adieu.

 

You’re building a mystery…

 

Nick

Bids you all adieu…

•novembro 2, 2008 • Deixe um comentário

So that is it…

 

Until the very bitter end, you did everything according only to your will…

 

Selfish as always… Selfish as only you can be…

 

Maybe that was your destiny… To come into this world to make us love you, and then leave…

 

And leave us…

 

After all, angels are not meant to stay here… They are just too perfect…

 

But I shall come to you eventually…

 

… Will you be there waiting for me…?

Bids you all adieu...

Join us, or DIE – Reloaded

•outubro 20, 2008 • 1 Comentário

Oi, amiguinhos!

 

Sabe, não pensei que o post anterior fosse repercutir além dos comentários felizes dos poucos leitores fiéis do blog. No entanto, tive a surpresa de receber um comentário muito importante e acho que seria interessante compartilhar aqui:

Oi!

Quem lhe escreve é a autora da matéria que você buscou no site Bolsa de Mulher, rsrsrss…

Vou defender a moda: Esta indústria realmente vive de novidades, que fazem o mercado girar (compra/venda). Sem venda não existe moda e ponto. Mas independente do lado da grana, o interessante neste segmento é que as fontes de inspiração são as mais diversas e os grupos/tribos que surgem ao longo dos anos são muito importantes para os estilistas. Eles captam os materiais visuais e de comportamento, decodificam em roupas e acessórios para depois lançarem as “tendências”.

Toda vez que isto acontece utilizando um grupo específico, há sempre quem torce nariz por achar que a moda “está usando” ou “está transmito algo que não é real sobre o grupo” e blá blá blá. O fato é que são somente inspirações. O mesmo aconteceu com os góticos, punks, surfistas, grunges (eu era uma adolescente “grunge” e na época ficava revoltada com as pessoas que usavam gorro e xadrez, mas que não entendiam de bandas e etc…o mesmo sentimento!).

Quando comecei a me interessar por moda e principalmente história da moda, vi que na verdade ela apenas brinca com estes elementos, diferente do figurino, que este sim tenta retratar um grupo/tribo/tempo. Mas as pessoas que se interessam sobre determinada tendência, querem saber da sua origem, por isso as explicações.

Bom, é isso!

Abs!!!!

Bom, antes de mais nada, gostaria de agradecer à Rita Avellar por ter se dado o trabalho de comentar o meu post e por ter sido tão delicada ao fazer isso. Em segundo lugar, quero deixar bem claro que, ao usar o artigo dela, minha intenção não foi criticar o texto em si, e sim a moda geek que virá por aí. Sendo assim, peço desculpas se causei a impressão errada; não teria cabimento algum eu atacar uma especialista que fez seu trabalho, minha idéia era usar o artigo de forma ilustrativa, para aí sim fazer minha crítica ao tema, e não ao texto.

 

 

Ser Nerd também é ser democrático... XD

Ser Nerd também é ser democrático... XD

 

 

Esclarecidos esses pontos, reforço que minha opinião quanto ao fato de Nerds (ou Geeks, nesse caso) serem a nova tendência não muda. Eu compreendo toda a dimensão mercadológica da moda, e também acredito que, aparte das questões comerciais, ela seja uma forma de expressão. Mas não posso deixar de demonstrar minha estranheza e, sim, um certo desgosto, especialmente se levarmos em conta o estereótipo que foi criado em cima dessas figurinhas que, de repente, viraram fonte de inspiração. Entendo perfeitamente que se trate de uma questão de lançar olhares diferentes sobre os “tipos” e a partir daí criar conceitos que vão inspirar tendências, mas nesse caso em particular eu não gostei muito. Mas enfim, essa é minha opinião pessoal, com a qual todo mundo pode concordar ou discordar.

Ai, se essa moda pega...

Ai, se essa moda pega...

 

 

 

 

 

 

Espero sinceramente ter corrigido qualquer injustiça que eu tenha cometido mesmo sem querer e ter sido o mais clara e polida possível. Bom… Ao menos ninguém teve a cabeça socada dentro do vaso sanitário… XDDDD

 

Beijos

 

Nick

Join us, or DIE…

•outubro 12, 2008 • 4 Comentários

 

 

Àqueles que são Nerds como eu, eis aqui um artigo retirado da seção “Bolsa de Mulher” do portal do MSN… 

 

Geeks, os novos Nerds.

Quem diria… Os nerds agora são descolados. Conheça o estilo geek.

 

Por Rita Avellar – 02/10/2008

 

Todo mundo em algum momento na vida, seja na escola, ou na faculdade, ou até mesmo fora de ambientes acadêmicos, conheceu um nerd ou classificou alguém assim. Seja por uma aparente timidez, pelo interessem em assuntos considerados mais “chatos”, como ciências, ou simplesmente porque tiravam 10 em qualquer matéria (ainda que fossem nota zero em relacionamentos afetivos e esportes). Mas você já ouviu falar dos geeks? Pois bem, os geeks são, na verdade, nerds de alma, mas que sofreram uma evolução no quesito social e interesses diversos. E saibam mais: os geeks e seu visual singular estão mais do que na moda!este visual tão interessante e copiado em filmes – como Juno e sérias de TV de sucesso, como Ugly Betty – serviu até de inspiração para diversas grifes de moda, como foi visto na coleção de verão da paulista Triton. Afinal, moda é comportamento, do começo ao fim!

 

Os geeks, como nossos velhos conhecidos nerds, também têm aquele jeitinho desengonçado, mas são viciados em tudo o que é novidade, principalmente na área tecnológica. Eles estão sempre à frente de todos! Tanto é que seus maiores exemplos são Bill Gates (quem não sabe quem é?) e Steve Jobs, fundador da Apple. Além da tecnologia e do mundo virtual, que é o universo dos geeks, eles amam ficção científica, quadrinhos e mangás japoneses, por exemplo. E um detalhe super importante: diferentemente dos nerds, os geeks podem ter sido bons ou péssimos alunos! Interessantíssimo!

 

E na moda, como isto aparece? Os geeks influenciam as tendências com seu visual meio desarrumado, mas ao mesmo tempo super antenado. Vai desde um look mais esportivo, com t-shirts coloridas e estampadas (com significados que às vezes somente eles entendem), jeans e tênis descolados, ao visual das tradicionais escolas britânicas, ou seja, gravatinhas, cardigãs, alfaiataria e muito xadrez! E para completar o estilo geek, óculos enormes de grau, cabelos desalinhados para os meninos e franjinha para as meninas. Solte o lado mais geek que está dentro de você e arrase!

 

 

… Puta merda…

 

Sentiram o mundo acabar?? Eu senti… Primeiro, resolvem refilmar Beverly Hills 90210 (aka Barrados no Baile), e agora ser Nerd é legal… Por favor, jogem logo a boma H e façam um bem à Humanidade…

 

Mas, vamos nos ater ao texto e seu conteúdo(?). Reparem que nem mesmo a autora do artigo bota muita fé no que está escrevendo, além de só ser capaz de descrever o estereótipo que os “descolados” têm dos Nerds. De fato, os seres considerados caso perdido dentre os rótulos da moda de repente se tornarem a nova febre é mesmo a própria definição do termo paradoxo.

Objeto de desejo. Sonho de consumo.

Objeto de desejo. Sonho de consumo.

 

 

Sendo assim, só vou dizer uma vez: Nerds não são nem NUNCA SERÃO moda. Essa bizarrice de geek e o diabo a quatro não passa de esgotamento de opções. Depois dos Góticos, EMOs, From UKs e o escambau, a “indústria fashion” descobriu os proscritos da vida social, aqueles que, por perssão dos ditos “cool” ou noção própria de que sempre seriam dferentes, decidiram marchar ao som de outra banda; e agora, esses que sempre foram alternativos por excelência, são alçados ao posto de ícones da moda… Só rindo pra não chorar… Seria isso karma?? Karma deles ou nosso??

 

Eis um recado às “fashion victims” que vão brincar de geek: é preciso muito mais do que tênis, cabelo despenteado, óculos fundo-de-garrafa, camisa xadrez, quadrinhos, PSP e iPod pra encarar e encarnar o estilo. Como é praxe em todas as “tribos”, sempre haverá os TRUE e os posers, só que, em se tratado de Nerds, a diferença é bem mais clara. Quer que eu prove? Pois bem: enquanto, daqui a meio ano, você terá mudado de estilo mais rápido do que um Pokémon evoluindo, Bill Gates ainda será a pessoa mais rica do planeta. Sem mais.

 

Na verdade, estou com uma curiosidade mórbida e visceral para ver essa nova moda. Eu e outros Nerds “de nascença” vamos rir e MUITO!

 

Isso só comprova a teoria de que a “Moda” é uma piada de tamanho mau-gosto que precisa ser renovada a cada seis meses.

 

De qualquer forma, bem vindas ao nosso território, “pessoas super-antenadas”, e que a Força esteja com vocês. Vocês vão precisar…

 

Don't make me destroy you...

Don 't make me destroy you...

 

Beijos

 

Nick

 

PS – Só esclarecendo: eu gosto de moda, ou melhor, roupas, sapatos, maquiagem e acessórios. Basta ver os links ao lado.

Um post comendo goiabada…

•setembro 20, 2008 • 2 Comentários

Atendendo à sugestão da Mila-chan… Um post com goiabada.

Porque com queijinho é mais gostoso... ;9

E com queijinho é mais gostoso... ;9

E pensar que essa idéia de gosto duvidoso surgiu de uma das minhas muitas expressões idiomáticas de gosto também duvidoso: “É o Diabo comendo goiabada.”, parente da famosa “É o cão chupando manga.” e de, como diria a Mila, “É o capeta comendo mariola”. Realmente, não entendo muito bem por que comparamos coisas e fatos absurdos a Satanás comendo comidas pitorescas… Acho que deve ser recurso meramente retórico… Porém, se levarmos em conta minha teoria de que o Mal é sempre mais bonito e interessante, para assim nos seduzir e ludibriar (por isso eu sempre amo os vilões. Viva Darth Vader!)… A coisa até que fica sexy… Uhuhuuhu…

De repente, começo a pensar que 666 é meu número da sorte... ;9

De repente, começo a pensar que 666 é meu número da sorte... ;9

Agora pasme: estou sóbria. Quem me conhece sabe que eu não bebo nem fumo nem uso drogas, e que meus vícios são bem engraçadinhos: mangá e chocolate (os mais extravagantes eu praticarei quando tiver dinheiro). E mesmo com meu fígado intacto (artigo de LOOSHO no mercado negro de órgãos! XD) e exame toxicológico limpo, eu consegui escrever toda essa torrente de informações inúteis e sem nexo… Se é isso que os entendidos em Literatura chamam de “fluxo de consciência”, Clarice Lispector que me perdoe pelo vexame…

 

Mas eu sempre posso culpar a anemia… E a Mila por ter me dado a idéia… XD

 

Beijos

 

Nick